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Ezine: 07) Novembro/2016: Guias Invisíveis - Napoleon Hill

 

E todo indivíduo nasce com um grupo de companhia de Guias invisíveis suficiente para suprir todas as suas necessidades, e com estes Guias vêm penalidades definitivas pela negligência em reconhecê-los e usá-los, e também recompensas definitivas por seu reconhecimento e uso. Resumindo, as recompensas consistem da sabedoria necessária para assegurar o sucesso do indivíduo em levar adiante sua missão de vida, qualquer que esta seja, e para lhe mostrar o caminho para a mais inestimável de todas as riquezas – paz de espírito.

Por todo este volume tenho descrito, através de muitas frases e ilustrações, o Segredo Supremo de todas as conquistas humanas. Aqueles que descobrem este segredo receberão com ele os meios para reconhecer e trazer para seus serviços os Guias invisíveis que podem agora estar dormentes, aguardando o reconhecimento e o chamado para o serviço.

A presença destes Guias, e a prova de seu serviço ativo em nome de alguém, serão reconhecidas pelas melhoras e benefícios que começarão a se manifestar a partir do dia em que os Guias receberem reconhecimento e lhes forem dadas as instruções definitivas.

Fantástico e impraticável, alguém exclama?

Não, “milagroso” é uma palavra melhor, porque ninguém, até onde eu sei, explicou a fonte destes Guias invisíveis, ou como ou por que eles foram designados para guiar as vidas de todas as pessoas. Mas há milhares de pessoas entre os estudantes da Ciência do Sucesso que sabem que os Guias existem porque eles também aprenderam o método – O Segredo Supremo – pelo qual esta orientação pode ser adquirida.

Os Guias invisíveis estão alojados naquele “outro eu” que todas as pessoas possuem; aquele eu que uma pessoa não vê quando olha para o espelho; aquele eu que não reconhece a palavra “impossível”, muito menos as limitações de qualquer natureza; aquele eu que é o mestre de toda a dor física, todo sofrimento, derrota, e fracasso temporário.

Em algum lugar ao longo do caminho, enquanto você lê este volume, seu “outro eu” pode saltar por detrás das linhas, onde você pode reconhecê-lo, se você ainda não o fez. Quando este ponto foi alcançado, vire a página e marque-a para futura referência, pois você terá chegado a um profundo ponto de virada da sua vida.

Em nenhum lugar destas observações eu estou tentando provar nada! Estou apenas tentando apresentar o leitor àquele “outro eu” que, assim que for reconhecido, proverá toda a prova que qualquer um pode desejar. O que é apenas um outro modo de dizer que estou tentando induzir o leitor a olhar “para dentro” para responder ao enigma da vida – PENSAR por si mesmo!

Fonte: You Can Work Your Own Miracles (Você Pode Fazer Seus Próprios Milagres). Random House. 1971. Pgs. 48 & 49.